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Desumidificador

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Amor a Portugal

“Os Portugueses preferem o propagandeado paraíso de esquerda, mesmo que ele venha a transformar-se em Inferno. Quanto tal acontecer, desejarão o regresso da direita ao poder para aliviar o Inferno criado.”

Isaías Afonso, O Diabo, 18-07-17

 

“ (António Costa) tirou o máximo partido da transferência das responsabilidades do PS para o PSD a respeito da bancarrota nacional deixada em herança pelo governo socialista de Sócrates – uma falsidade que, de tão repetida e proclamada, facilmente foi absorvida pelas cabeças pouco exigentes e sempre desmemoriadas dos portugueses.  (…) o pessoal é pouco sensível a tudo, ou quase tudo o que não seja o estado da sua algibeira. É assim em toda a parte.”

Maria de Fátima Bonifácio, Observador, 02-10-17

 

“ (…) é um fenómeno estrutural ao qual vale a pena ter atenção: o país é socialista. Somos um país que adora o Estado e os carinhos do Estado, primeiro ponto. Segundo ponto: a elite intelectual ainda é mais socialista que o país. (…) Somos muito socialistas e, pior, paternalistas. Adoramos ter o Estado a tomar conta de nós. Como não temos alternativa, porque só temos este Estado, ainda queremos mais, mais mecanismos para o Estado nos enganar mais vezes.”

João César das Neves, entrevista ao Sapo 24, 16-11-17

 

“O problema é que um país envelhecido, dependente e temeroso como Portugal é um país que receia mudanças, é avesso ao risco e onde boa parte da população mais depressa tem inveja de quem triunfa do que está disposta a tentar a sua sorte.”

José Manuel Fernandes, Observador, 06-12-17

 

“É certo que é um povo fácil de levar. É um povo que não gosta que lhe digam o que deve fazer; disso, não gostamos. Agora, com um elogio gratuito acompanhado de umas migalhas, e a boa e velha palmadinha nas costas, com isso, a gente já lá vai. Os alemães aprenderam e ficaram espertos à portuguesa. Somos tão felizes.”

André Abrantes Amaral, i, 14-12-17

 

“O povo português despreza o empresário de sucesso que construiu a pulso a sua empresa, mas adora viajar no autocarro da junta de freguesia para ir à festa partidária, onde vai aplaudir o político que nunca ganhou um único euro fora da máquina do Estado. O primeiro é um “explorador” que enriquece à custa do povo, o segundo é um tipo de sorriso simpático que ainda oferece umas sandes de porco no espeto e umas taças de vinho manhoso.”

João Gomes de Almeida, i, 15-12-17

 

“Nove em dez portugueses (estimativa baixa) dedicam os respectivos expedientes, e horas extra, a catar o patrocínio dos portugueses em redor. Uns vão directamente à fonte e alistam-se na política e adjacências. Outros preferem simular independência empresarial. Os terceiros, nem de propósito, ficam-se pelo “terceiro sector”, o da “solidariedade social” e de Paula Brito van der Costa. Descontadas as excepções da praxe, todos querem o mesmo. Em geral, conseguem-no. Em geral, até ao dia em que o golpe se torna público, um raríssimo momento em que os portugueses respeitam o que é privado.”

Alberto Gonçalves, Observador, 16-12-17

 

 

 

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