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Diabinhos

O Diabo, 10 de Julho de 2018

 

 

Cândido Morais: “ (…) em Portugal, uma grande fatia do Orçamento do Estado para a investigação é gasta na área da sociologia! O povo português está a pagar para que esses doutorados em materialismo marxista descubram a melhor forma de destruir a Família e outros valores morais herdados dos nossos antepassados! Por ser o maior e mais forte, o Partido Socialista é o principal instrumento ao serviço do marxismo em Portugal. (…)” (p. 22)

 

Isaías Afonso: “ (…) O jovem cretino que lidera a bancada (do PCP) não teve a mínima noção do “fair play”. O jovem mais parecia um boçal da estepe russa a debitar “boutades”, qual “langue de bois”, numa linguagem de cloaca, própria dum guardador de varas do Alentejo, isolado na planície do que foi o “celeiro de Portugal”. (…) Atente-se às respostas dadas pelo PM Costa, quando é interpelado pela líder do CDS. Um verdadeiro trauliteiro incomodado pelo conteúdo da interpelação. (…)” (p. 16)

 

J.A. Alves Ambrósio: “ (…) Há que reiterá-lo: malangina de nascimento, V. Ex.ª (Assunção Cristas) tem por trás essa linhagem de que os lusíadas de antanho e de sempre se orgulham. (…) Quatro filhos com pouco mais de 40 anos e uma vida familiar, profissional e política, cuja urgência se intui – bem como a vigorosa combatividade perante esse Costa sem carácter – merecem uma estátua. (…) Durante a campanha para as últimas autárquicas, o retrato de V. Ex.ª frente aos semáforos poentes da Av. de Berna mostrava-a antecipadamente vitoriosa, ou seja, concreção da tal linhagem dos nossos “egrégios avós” “d’aquém e d’além mar em África…” É da mais elementar justiça curvar-me perante os que, na capital, a identificaram, ipso facto dando-lhe o voto. (…)” (p. 18)

 

João José Brandão Ferreira: “ (…) O nosso comentador, perdão, Presidente, numa ânsia de consolar tudo e todos, “integrar”, aumentar a coesão (vá-se lá saber de quê), ser inclusivo, etc., anda numa fona participando em todas as manifestações religiosas (porque não as “seitas”?) – mesmo as que são insignificantes, não têm nada a ver com a nossa matriz cultural, ou até são suas inimigas; (…) embarca numa cruzada estúpida, demagógica e perigosa, em querer trazer toda a casta de “migrantes” para dentro do País (não se esqueça de arranjar umas tendas para montar nos jardins do Palácio de Belém); condecora todo o bicho careta que lhe aparece pela frente, incluindo gente de mau porte que conspirou contra o País; e permite-se participar numa “homenagem” a um cantor “rock” cujo único mérito pessoal conhecido foi ter conseguido recuperar-se do vício da droga, num espectáculo circense, pimba, pífio e de muito mau gosto, para onde conseguiu arrastar (ou foram eles que se juntaram?) o Presidente da AR e o Chefe do Governo. (…)” (p. 17)

 

Manuel Silveira da Cunha: “ (…) Enfim, esta confusa filosofia veganista que enferma o PAN quis acabar com a tourada, querendo impor mais uma vez uma visão urbana, adocicada, branda e mole, mansa, da vida a todos os portugueses. (…) É caso para dizer aos senhores do PAN: se não gostam de touradas não vejam, não vão. Não queiram é impor a vossa doutrina totalitária a um País inteiro, não queiram matar a nossa identidade e transformar o que sobra de Portugal num pitoresco campo de férias nudista e vegetariano para turistas alemães gordos e anafados, que ainda por cima comem salchichas (sic). (…)” (p. 6)

 

 

P.S. Eu sei que associar o CDS ao fascismo é um cliché gasto, até porque Assunção Cristas e Adolfo Mesquita Nunes (nascidos já em democracia) se apresentam como representantes de uma direita moderna e arejada. No entanto, não será embaraçoso para Cristas, líder de um partido chamado Centro Democrático Social, receber o apoio de saudosistas do Estado Novo que deploram a “abrilada” e os “abrilistas”?