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Desumidificador

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Dicionário político

André Ventura: Líder religioso cujos seguidores só o abandonariam se o vissem a beijar Joacine Katar Moreira na boca.

Bonifácio: Apelido de historiadora que assumiu como objectivos de vida o combate ao radicalismo de esquerda e o carinho pelo radicalismo de direita.

Centro: 1. Espaço das pessoas sensatas e realistas que abominam extremismos. 2. Eleitores pouco politizados que só decidem em quem votar no dia das eleições.

Chicão: Nome científico de jovem político que ninguém leva a sério.

Domingo: 1. Dia da semana no qual Marques Mendes mergulha no seu mundo de fantasia. 2. Dia da semana que antecede o dia em que os jornalistas fingem que o mundo de fantasia de Marques Mendes é real.

Expresso: Semanário onde Marcelo anuncia ao país os seus sentimentos.

Fascista: Espécie extinta da qual os especialistas, apesar de múltiplos relatos de avistamentos, não conseguem identificar actualmente um único espécime.

Feira: Área de comércio ao ar livre onde, antes da Covid-19, os políticos faziam figuras tristes em troca de 30 segundos nos telejornais.

Geringonça: 1. Antónimo de “troika”. 2. Coligação partidária inesperada que afinal funciona.

Grandolar: Utilizar a canção “Grândola Vila Morena” para abafar o ruído de indivíduos que não gostam do 25 de Abril ou ignoram-no por completo.

Heduíno Vilar: Político de extrema-esquerda dos anos 70 que era salazarista e não sabia.

Irrevogável: 1. Diz-se de uma decisão definitiva que afinal era a brincar. 2. Episódio lentamente esquecido à medida que os anos passam.

José Miguel Júdice: 1. Belzebu. 2. Satanás. 3. Tinhoso. 4. Porco-sujo.

Jovens: 1. A geração mais bem preparada de sempre, com vontade de mudar o mundo. 2. Idiotas bêbedos, preguiçosos e irresponsáveis.

Liberdade: Direito de qualquer cidadão de manifestar o seu apoio a um dirigente desportivo acusado de 537 crimes mas nunca condenado.

Marcelo: 1. Santo padroeiro dos comentadores políticos. 2. Antecessor da Presidente Cristina.

 

 

Marxismo cultural: Monstro dos contos infantis escritos por Nuno Melo.

Norte: Região portuguesa onde Henrique Raposo só conhece gente afectuosa, trabalhadora e temente a Deus.

Ordem: Versão de direita de “sindicato”, dirigida por versão de direita de “Mário Nogueira”.

Partido Social-Democrata: Organização que deixa os seus cartazes em branco durante um ano porque acredita que o silêncio é a melhor forma de protesto.

Partido Socialista: Aldeia habitada por pessoas envelhecidas que trabalham nas mesmas actividades e possuem frequentemente laços de parentesco entre si.

Pedrógão: Grande tragédia com que “não aprendemos nada”.

Pessoas comuns: 1. Povo. 2. Cidadãos puros que não pertencem às elites e gostam de futebol, televisão e discriminação das minorias. 3. Otários que votam em nós.

Polícia de Segurança Pública: Corporação policial que tem de lidar com a frustração de não possuir armamento suficiente para fazer um golpe de Estado e colocar André Ventura no poder.

Populismo: Palavra tão gasta que já nada significa.

Quimera: Crença de Pedro Santana Lopes de que voltaria ao estrelato com a Aliança.

Redes sociais: 1. Cafés gigantes onde quem fala mais alto recebe mais atenção. 2. Fonte citada em 99% dos artigos da imprensa.

Sá Carneiro: 1. Político e advogado que fundou o PSD e faleceu num acidente de aviação em 1980. 2. Pai póstumo de inúmeros filhos espirituais que mandaria à merda se estivesse vivo.

Sérgio Sousa Pinto: Herói de acção dos anos 90 que se sente desconfortável no século XXI.

Talento: Qualidade que distingue os apoiantes da Iniciativa Liberal da plebe que trabalha em cafés, oficinas e assim.

Ultramar: Território africano onde se passaram coisas que se devem manter fechadas numa caixa guardada num sótão escuro.

Venezuela: País bloqueado arremessado aos esquerdistas portugueses.

Vergonha: Pregão usado pelos vendedores de indignação para atrair a clientela.

Xutos & Pontapés: Banda que foi acompanhada em palco pelas três primeiras figuras do Estado, num momento de que as pessoas muito sérias não gostaram.

Zita Seabra: Editora de livros de direita muito direita.

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