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1. Existem quatro entidades responsáveis por todo o mal que acontece no mundo: os media, as elites, os políticos e os árbitros.

 

2. Pinto da Costa, Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho julgam ser donos, não só dos clubes a que presidem, mas das mentes de todos os portistas, benfiquistas e sportinguistas. Os três acreditam na máxima “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força”.

 

3. O problema com o estilo de liderança de Rui Rio é que torna difícil perceber se Rio é incrivelmente determinado ou incrivelmente arrogante.

 

4. Uma subida do PSD de Rui Rio nas sondagens, acompanhada da estagnação ou queda das intenções de voto no CDS, provaria que a análise dos comentadores de direita está (outra vez) completamente errada. No entanto, caso o crescimento “laranja” seja feito à custa do PS, a vida de António Costa fica mais complicada. Eu gostaria que Rio tivesse sucesso, mas ao mesmo tempo gostaria que o portuense se espalhasse ao comprido. É complicado.

 

5. Sempre pensei que, depois de sair da política, o prof. Passos Coelho iria criar uma start-up e ser um empreendedor. Afinal, o prof. Passos Coelho resolveu ser mais um funcionário público parasita a comer à mesa do Orçamento de Estado.

 

6. Os sucessivos louvores de muitos colunistas a Pedro Passos Coelho, descrito como uma mistura de Winston Churchill e Steve Jobs, sugerem a total e frustrante incapacidade da direita liberal para encontrar outro líder. Alguns órfãos de Passos voltam-se agora para Assunção Cristas, deixando a impressão de que se limitam a conformarem-se com aquilo que resta. Se já não podemos ter quem amamos, que remédio senão aceitarmos alguém disponível para aturar-nos.

 

7. Para espanto geral, Assunção Cristas não concluiu o seu discurso sobre o fim do voto útil com a frase “Obrigado, António Costa”.

 

8. A popularidade de Marcelo Rebelo de Sousa é de tal forma esmagadora que afirmar que o Presidente foi pouco feliz nesta acção ou naquela frase soa a blasfémia. De resto, Marcelo reage eliminando imediatamente o facto na origem da tímida crítica (como no caso da demora na visita presidencial aos desalojados do Algarve). Nenhum santo quer descer do altar.

 

9. João Miguel Tavares é honesto e bem-intencionado, mas, coitado, é tão ingénuo.

 

10. O programa de debate político da RTP3 O Outro Lado, com Rui Tavares, Pedro Adão e Silva e José Eduardo Martins, causa mais tédio do que seria de prever. Dir-se-ia que os três comentadores são pessoas inteligentes, mas funcionam mal em televisão. No fundo, são maus desenhos animados. Da mesma forma, alguns aspectos do formato roçam o ridículo, como as perguntas redundantes em rodapé, as constantes interrupções feitas pelo moderador, João Adelino Faria, aos membros do painel, ou o bordão de José Eduardo Martins, “Vamos lá ver uma coisa” (em cada programa, Martins vê pelo menos umas 15 coisas).